Ilha da Gipóia para a Ilha Grande

Comprando mariscos na Ilha Grande

19/07/2008 – Ilha da Gipóia para a Ilha Grande

Acordamos cedo, tomamos nosso café e vamos rumar para a Ilha Grande. São 09h30minh quando recolhemos a âncora. A Vivi faz a leitura do barômetro 1017 e termômetro 24°C, porque o Jango disse que vai entrar uma frente fria poderosa e queremos estar atentos.
Novamente o dia está lindo, sol, céu azul, mar baixo e, de novo, sem vento. São 10h15min e já estamos costeando a ilha Grande, quando vemos um pequeno flutuante, bem próximo à costa, com dois pescadores limpando mariscos. Aproximamo-nos e perguntamos se tem calado para o nosso barco e a resposta é afirmativa. Perguntamos se vendem mariscos e eles dizem que não só mariscos, como camarão, vieiras e polvo. O pescador segura o Bubi pelo púlpito da proa enquanto compramos os mariscos e vamos embora. Ele nos diz que o nome do lugar é praia do Marinheiro. A transparência da água é indescritível.
Jogamos o ferro na Lagoa Azul, outro lugar de rara beleza. Tomamos banho de mar, cozinhamos os mariscos e nos deliciamos. A Gelique perdeu a minha máscara de mergulho. Foi Iemanjá, diz ela.
Recolhemos a âncora e rumamos para o Saco do Céu, outro lugar afamado por ser um excelente abrigo. Passamos pela enseada das Estrelas e desembarcamos no restaurante Coqueiro Verde (o bote do restaurante veio nos buscar). Eu e a Ângela tomamos um banho de água doce, fria, no chuveirão da rua, e colocamos uma roupa quentinha, porque ao anoitecer ficou bem frio. A Vivi e o Dávila tiveram que ir ao barco buscar roupas quentes. A comida neste restaurante foi um fracasso. Pedimos uma paella que estava horrorosa. A Vivi pediu um filé, que também não estava aquelas coisas.
Dormimos ancorados ali, mas no dia seguinte não deu para curtir um banho de mar, porque a água muito escura nos deu a impressão de poluída, embora todos do local nos garantissem que não. Existem muitas casas nessa região que, possivelmente, depositam seus dejetos na água.

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