Todos os dias quase a mesma rotina agradável. Acorda pela manhã, coa um cafezinho fresquinho na hora, sobe ao cock-pit e fica observando a circulação dos velejadores pelos cais, carregando velas, cabos e outros apetrechos náuticos, embarcando e desembarcando de seus barcos, subindo nos mastros para consertar coisas e assim por diante. Depois a movimentação dos barcos sendo soltos dos trapiches e indo para a raia de largada da regata.
No meio ou final da tarde, a volta dos veleiros e suas tripulações desembarcando e conversando no clube sobre detalhes das regatas e seus feitos ou trapalhadas.
Fomos à loja da Regata para comprar algumas peças acessórias para deixar no barco (abraçadeiras, manilhas) e a Vivi comprou uma bota de tempo – linda, por sinal. Fomos também ao supermercado comprar mantimentos.

Jantamos na casa da Mônica dois dias e, num deles, rolou música de gente grande, já que ela convidou amigos músicos para confraternizar conosco. A Biba, cantora que conhecemos na nossa outra vinda à Ilha Bela, também estava presente. Conhecemos nesse dia o Rubinho, um encanto de pessoa, que toca violão – balada para gente jovem, que nem nós.
E os dias passam trazendo só alegrias.


