Chove torrencialmente o dia todo.
A casinha está muito gostosa e resolvemos fazer faxina – eu dentro e Vivi lá fora. Ela põe sua roupa de tempo e inaugura sua bota nova.
O eletricista é acionado para conectar a energia no cais – outra vez a mesma coisa: polaridade invertida. Ele peleja um bocado até resolver o problema. Agora está tudo certo, luz à vontade de novo.
Uma boa música e, com esse friozinho, por que não um caldinho de camarão? Vou prepara-lo.
O Livre está ancorado no mesmo trapiche, lá adiante, uns 10 barcos antes do nosso. O Bubi cala 2,10m e temos que ficar mais fora, onde a profundidade é maior. A Rô telefona e sugiro ficarmos cada um na sua casinha hoje, descansando e curtindo a chuva que cai lá fora.
Fazemos o reconhecimento da marina nos dias que se seguem, providenciamos os trâmites necessários para o registro do barco e pretendemos ficar aqui por uns bons tempos, porque o lugar é muito gostoso e o atendimento do pessoal é elogiável.
No dia 18, o Serginho, amigo velejador e residente em Parati, vem nos visitar e combinamos de passearmos pela Ilha da Cotia amanhã.
