Acordamos com um dia lindo de sol. Depois do café da manhã estamos vadiando sentadas na popa do Bubi, quando passa por nós alguém remando uma prancha, em pé – novo esporte que agora não lembro o nome. Dá-nos “bom dia”, faz a volta na prancha e puxa conversa. Logo atrás, depois observamos, vinha um bote inflável, daqueles com comando central, com dois homens a bordo, fazendo escolta. Convidamo-la para subir, o que ela fez sem cerimônia. Jussara, seu nome, e Alfons, seu namorado e um dos ocupantes do inflável, também veio a bordo. Apresentamo-nos, conversamos, Vivi entrou e mostrou o Bubi para a Jussara, que, em seguida, sugeriu irmos conhecer o barco deles, ancorado ali pertinho. Embarcamos todos no inflável, conduzido pelo marinheiro deles, e fomos até o Phênix – um trawler de 98 pés – uma bela e enorme embarcação. Leva-se um tempo razoável até caminhar por todos os andares, que são em número de quatro, todos os cômodos e camarotes (que já nem lembro quantos são), cozinha (maravilhosa, diga-se), lavanderia, casa de máquinas, etc.
Quando retornamos ao cock-pit, já havia uma mesa preparada com queijos, presunto de Parma, champanhe, vinho branco, torrada… e um chefe de cozinha, para preparar os quitutes que iriam nos servir. Como diz o nosso amigo Marcello: “a burguesia tem seus encantos”, não há como negar.
O casal é encantador, e a Jussara uma figuraça!
Jussara – nossa anfitriã.
Alfons.Convidaram-nos para dar uma navegada e aceitamos. Fomos para o flybridge – o ponto mais alto – e lá de cima, navegando, o visual da região é muito lindo.
O barco é maravilhoso, mas não entendo muito bem o que leva uma pessoa a ter um barco daquele tamanho. Bem, cada um com seu cada qual, mas prefiro a nossa intimidade, sem necessidade de tripulação de apoio (no Phênix são em número de quatro, em dias normais).
Eles retornaram a São Paulo, no avião do Alfons, porque tinham compromisso para o jantar e nós fomos para o nosso Bubi. Combinamos de nos reencontrarmos no próximo final de semana, quando eles devem retornar.
Ah, ia me esquecendo – antes de desembarcarmos, o Alphons nos presenteou com carnes do Bassi – dois T bone, uma maminha e uma picanha – resfriadas, para nos deliciarmos ao longo da semana, e dois charutos cubanos Cohyba, para a sobremesa. E emprestou-nos o seu maçarico para acendê-los, porque, segundo ele, isqueiro comum não serve para acender charutos. Que figuras!





Obrigada por dar notícias, leio todos os posts. Adooooooooro. Escreves muito bem. Bjocas para vs.
Beijos, querida. Saudades. > Date: Sun, 23 Sep 2012 02:30:47 +0000 > To: rubialbino@hotmail.com >