Saco do Jurumirim, 16 de setembro de 2012.

Acordamos com um dia lindo de sol. Depois do café da manhã estamos vadiando sentadas na popa do Bubi, quando passa por nós alguém remando uma prancha, em pé – novo esporte que agora não lembro o nome. Dá-nos “bom dia”, faz a volta na prancha e puxa conversa. Logo atrás, depois observamos, vinha um bote inflável, daqueles com comando central, com dois homens a bordo, fazendo escolta. Convidamo-la para subir, o que ela fez sem cerimônia. Jussara, seu nome, e Alfons, seu namorado e um dos ocupantes do inflável, também veio a bordo. Apresentamo-nos, conversamos, Vivi entrou e mostrou o Bubi para a Jussara, que, em seguida, sugeriu irmos conhecer o barco deles, ancorado ali pertinho. Embarcamos todos no inflável, conduzido pelo marinheiro deles, e fomos até o Phênix – um trawler de 98 pés – uma bela e enorme embarcação. Leva-se um tempo razoável até caminhar por todos os andares, que são em número de quatro, todos os cômodos e camarotes (que já nem lembro quantos são), cozinha (maravilhosa, diga-se), lavanderia, casa de máquinas, etc.
Quando retornamos ao cock-pit, já havia uma mesa preparada com queijos, presunto de Parma, champanhe, vinho branco, torrada… e um chefe de cozinha, para preparar os quitutes que iriam nos servir. Como diz o nosso amigo Marcello: “a burguesia tem seus encantos”, não há como negar.
O casal é encantador, e a Jussara uma figuraça!

Jussara – nossa anfitriã.
Alfons.

Convidaram-nos para dar uma navegada e aceitamos. Fomos para o flybridge – o ponto mais alto – e lá de cima, navegando, o visual da região é muito lindo.


O barco é maravilhoso, mas não entendo muito bem o que leva uma pessoa a ter um barco daquele tamanho. Bem, cada um com seu cada qual, mas prefiro a nossa intimidade, sem necessidade de tripulação de apoio (no Phênix são em número de quatro, em dias normais).


Eles retornaram a São Paulo, no avião do Alfons, porque tinham compromisso para o jantar e nós fomos para o nosso Bubi. Combinamos de nos reencontrarmos no próximo final de semana, quando eles devem retornar.
Ah, ia me esquecendo – antes de desembarcarmos, o Alphons nos presenteou com carnes do Bassi – dois T bone, uma maminha e uma picanha – resfriadas, para nos deliciarmos ao longo da semana, e dois charutos cubanos Cohyba, para a sobremesa. E emprestou-nos o seu maçarico para acendê-los, porque, segundo ele, isqueiro comum não serve para acender charutos. Que figuras!

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