FEIJOADA MAGRA NÃO EXISTE,TCHURMA

Ao longo de todos esses dias, o tempo ficou nublado, chuvoso e hoje, domingo, choveu forte, tempestade com trovões e relâmpagos. Mas, ainda assim, é mágico estar boiando. Ficar olhando a chuva cair no mar ao nosso redor é poético.
Ontem fomos comer feijoada no Café do Canal – maravilhosa! Parecia daquelas feita em casa, com todas aquelas coisinhas gordurosas, calóricas e ricas em colesterol. Mas se assim não for, não é feijoada, é feijãozinho – me poupem os puritanos e cismados com saúde perfeita, mas feijoada nasceu com os escravos, quando tudo o que eles podiam ter eram os restos do porco que não interessasse aos seus senhores, isto é, rabo, pés, orelhas, barriga, etc.
Em Floripa está difícil comer uma feijoada autêntica e agora, para piorar as coisas, eles inventaram uma nova receita ridícula: cozinham todas as carnes e linguiças em água pura (que desprezam depois do cozimento), para retirar a gordura das mesmas, depois colocam dentro do feijão já cozido. Pode??? O feijão não tem gosto de nada e as carnes tampouco, além da ausência daquela cor escura que adquirem quando cozidas imersas no feijão. Algum mané inventou essa onda que agora está sendo seguida em vários locais. Mas, como o povo não tem lá grandes paladares, não nota qualquer diferença. Eu e Vivi, sinceramente, nos recusamos a comer uma coisa dessas.
Feijoada magra NÃO EXISTE, turma!

Café do Canal
O Canal – lindo!

 

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