Rio de Janeiro, 15 de dezembro de 2012.
Saímos de Floripa às 16:40h e chegamos ao Rio às 18:30h. Um voo tranquilo e rápido. Pegamos um taxi e fomos para o apartamento da Clarice, querida amiga que se prontificou a guardar o nosso carro enquanto estivemos fora, já que o custo para deixa-lo no estacionamento do aeroporto do Galeão era absurdamente abusivo.
No domingo Clarice levou-nos para almoçar em Santa Tereza, num restaurante encravado na floresta da Tijuca, onde a vegetação foi preservada e as mesas do restaurante colocadas entre as árvores; um lugar belíssimo com uma vista encantadora. À noite fomos jantar no restaurante La Fiorentina (no Leme), para matar a saudade – uma decepção – comida muito ruim. Nos anos em que moramos no Rio, entre 1978 e 1981, este era uma de nossos restaurantes favoritos, agora não o recomendamos a ninguém.
Na segunda feira estamos voltando a Paraty, mas antes passamos num supermercado descente para comprar vinho, porque em Paraty só se consegue comprar vinhos mortos, mesmo nas lojas ditas especializadas em vinho, que são em número de duas ou três. Falando nisso, em Paraty os supermercados são muito sujos, mal organizados, e a qualidade dos produtos, por vezes, é duvidosa, como as carnes, por exemplo.
Durante a viagem paramos para almoçar num restaurante com cozinha mineira, uma variedade imensa de comidas típicas daquela região.
Experimentamos vários pratos e comi pela primeira vez sarapatel – vísceras de porco ensopadas – interessante, mas com gosto muito intenso que permaneceu no meu paladar por muito tempo.
Chegamos ao Bubi às dezoito horas.
Para o jantar improvisei com o que tínhamos a bordo – talharim com sardinhas portuguesas, azeite de oliva e azeitonas recheadas.
Como é bom estar em casa de novo.
