Ilha da Cotia ao Saco do Mamanguá (Paraty Mirim)

Um novo dia, um novo sol, uma nova alegria. Durante a noite parecia que o barco estava em terra firme, nenhum balanço de mar. Uma piscina.
Acordei com o raiar do sol, coei um café fresquinho, da hora, como sempre faço em terra ou no mar e fui degusta-lo no cock-pit, observando toda aquela exuberante natureza que nos cercava, enquanto a Vivi permanecia dormindo.
Depois Serginho e eu, fomos com o bote inflável, conhecer os arredores do continente que fica bem próximo da ilha. São vários sacos, onde a mata Atlântica desce a montanha esplendorosamente até encontrar o mar ou, em alguns pontos, o manguezal. Foram quase duas horas margeando uma natureza quase intocada pelo homem. Não levei a câmera, infelizmente, para documentar.
De volta ao Bubi, Vivi já estava acordada e fomos, com o inflável, até a prainha da ilha, onde encontramos os queridos amigos do veleiro Maremio. Combinamos de navegar até Paraty Mirim e Saco do Mamanguá, para almoçar no Dadico – restaurante que eles costumam frequentar naquela região.
Levantamos âncora e rumamos para o Mamanguá. Já havíamos navegado naquela região no tempo do nosso outro veleiro – Shaeffer 31 pés – de nome Bubi também. Mas, com nosso atual veleiro, que carinhosamente apelidamos de Bubão, por ser maior, seria a primeira vez. Temos a informação de que aquelas águas são pouco profundas e que com o calado de 2,10m do veleiro poderia ser temeroso. No entanto, com o Maremio navegando na nossa frente e tendo o mesmo calado, nos sentimos seguras de segui-lo, para aprender o “caminho das pedras”.

Chegando ao Saco do Mamanguá

Chegando ao Saco do Mamanguá

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A recomendação do restaurante do Dadico valeu. Comida maravilhosa num lugar paradisíaco e rústico.

A recomendação do restaurante do Dadico valeu. Comida maravilhosa num lugar rústico e paradisíaco.

Maremio e Bubi sossegados enquanto estamos no restaurante

Maremio e Bubi sossegados enquanto estamos no restaurante

 

 

 

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