Amanheceu outro dia lindo e a noite foi de cinema, tranquila, parada, como se o barco estivesse em terra.
Todas as noites, Vivi e eu ficamos no cock pit tocando violão esperando a hora de ir dormir. Digo esperando, porque logo que anoitece a vontade de ir para a cama é enorme, porque a gente brinca o dia todo, feito criança, e, como tal, tem sono logo que anoitece.
Vamos passear de Chico Só. Circulamos por todos os arredores. Que coisa linda!
Hoje a Cotia está cheia de veleiros e lanchas, como de costume nos fins de semana. Não é mais só nossa, contudo é bom ter companhia, especialmente como essas. Nada têm a ver com o nosso Tinguá (Governador Celso Ramos) ou Caixa D’Aço (Porto Belo), onde a paz nos finais de semana se transforma numa verdadeira muvuca, gerada pelo som alto e de extremo mau gosto de algumas embarcações, sem contar as periguetes rebolando de forma inescrupulosa sobre as proas, enquanto seus “proprietários” se embriagam e babam ostentando o que provavelmente não têm. Aqui a paz não se modifica.
Esperamos a maré estar bem cheia e voltamos para a marina depois do almoço, com o tempo já virado, nublado, vento sul soprando ainda de leve. Felizes como sempre, ou mais.

Prainha da Ilha da Cotia - onde sempre vamos de botinho.

Prainha da Ilha da Cotia – onde sempre vamos de botinho.

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