Seis horas da manhã já estou coando café e subo ao cock-pit para degusta-lo enquanto aprecio o visual bucólico do rio e suas margens. Depois do café da manhã, Dávila e Álvaro vão verificar o motor – nível de óleo, limpeza do racor, etc., enquanto dou uma limpeza geral no cock-pit que estava imundo outra vez.
Saímos para almoçar e dessa vez vamos experimentar comida créola, típica da região – muito temperada e com excesso de cominho.
Aproveito a internet naquele bar que conhecemos ontem e pago as poucas contas que não deixamos em débito automático (recebemos os boletos por e-mail).
Pegamos as roupas na lavanderia (todas manchadas, diga-se) e passamos na Boulangerier.
Á noite Álvaro e Dávila foram novamente para a festa da cidade, mas Vivi e eu preferimos ficar a bordo. Enquanto ela dorme, aprecio a lua cheia cor de laranja que aponta no céu. Um espetáculo!



