Trinidad & Tobago, 02 de Dezembro de 2013.

Continuamos na poita, pois ainda não conseguimos vaga no píer. Álvaro acordou cedo e foi até a Marina. São oito horas da manhã, quando o Richard nos aborda, dizendo que precisa colocar sua lancha na poita. Fica chateado quando digo que Álvaro foi até o escritório providenciar vaga no píer, e sai em busca dele. Depois de uma hora, Álvaro retorna e diz que conseguiu uma vaga no píer para os próximos quatro dias, depois teremos que sair, porque a vaga já estava reservada para outro veleiro que está para chegar.
Veleiro atracado num trapiche é tudo de bom – mangueira de água e cabo de energia conectados.
Conhecemos gente muito legal que mora a bordo de seus veleiros – Susy, inglesa que mora com seus dois cachorros; Arwin, iraniano que mora sozinho; Rodrigo, brasileiro que mora no Sotália, também sozinho. Rodrigo é de Florianópolis, nossa ilha, e só nos conhecemos no Caribe. Coisas da vida.

Susy - a simpática inglesa que vive com seus dois cachorros Cocker Spaniel Inglês num veleiro de 56 pés.

Susy – a simpática inglesa que vive com seus dois cachorros Cocker Spaniel Inglês num veleiro de 56 pés.

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