Secret Bay, 31 de Dezembro de 2013.
Fazemos um passeio de bote inflável pelas redondezas, conhecemos o Iate Clube local, que estava deserto e resolvemos navegar para Prickly Bay, onde o veleiro Sotália e Rodrigo devem estar desde ontem.
Logo que chegamos naquela baía vislumbramos o Sotália, mas eles não estavam a bordo. Ancoramos e de inflável fomos até a Imigração dar entrada no país. No trajeto, encontramos Rodrigo com Carla e Marina, que voltaram e foram conosco mostrar o caminho dos trâmites burocráticos.
Uma gelada no bar da marina, que é bem legal e ao ar livre, depois de volta ao veleiro e muito banho de mar.
Rodrigo vai ficar e passar a virada de ano aqui em Prickly Bay, mas Álvaro e Graziella querem ir para Port Louis Marina, considerada a melhor e mais cara marina de Grenada, imaginando que o réveillon lá vai ser mais animado e chique.
Vivi e eu queríamos ter ficado, Rodrigo convidou-nos a ficar com eles no Sotália, mas não achamos elegante de nossa parte eles irem e nós ficarmos.
Assim, às 14h e 15min levantamos âncora novamente e partimos para Port Louis. Chegando, pedimos para Graziella fazer a chamada de rádio VHF, já que o inglês dela é melhor do que o nosso, e pediram para esperarmos que um bote de apoio viria nos mostrar a vaga e ajudar na atracação. A marina é enorme, com vários trapiches para atracação, quatro deles reservados especialmente para iates (a vela ou a motor) de grande porte – acima de 100 pés.
Logo que atracamos vieram nos oferecer lagostas e caranguejo. Claro que compramos e nos deliciamos. Provei, ainda, ova crua de lagosta (indescritivelmente deliciosa) e caramujo de concha gigante cru, oferecidos pelo pescador que nos vendeu as lagostas.
Vivi preparou lentilha para a nossa ceia e depois da meia noite Álvaro e Graziella foram para a festa e Vivi e eu preferimos ficar a bordo – como sempre fazemos.



