Port Louis – Dia 57

Port Louis, 02 de janeiro de 2014.

Vivi acorda tão ansiosa com a ideia de ir para casa que não quer nem tomar café, mas ir direto ao restaurante da marina para acessar a Internet e comprar as passagens. Então, vamos tomar café da manhã lá.
Os preços das passagens são absurdamente diferentes de uma data para outra e em relação ao destino pretendido – para Florianópolis o preço é de R$ 8.000,00; para o Rio de Janeiro R$ 10.000,00 cada passagem. Lembramos que são cidades litorâneas com muita procura nessa época de temporada. Assim, resolvemos buscar o destino em Porto Alegre (RS) – US$ 950,00 cada uma. Fizemos a compra via edestinos.com e recebemos uma mensagem, minutos depois, dizendo que a compra havia sido realizada, mas que deveríamos aguardar a confirmação da reserva, o que deveria acontecer em 48 horas.
Á tarde, fomos conhecer a cidade – atravessamos a pequena baía com o bote inflável e caminhamos pelos arredores. Como nas outras ilhas que conhecemos, a população é negra e os raros brancos que se vê são turistas. É legal ver países onde os negros são os donos e não subempregados, como no nosso ou em tantos outros.
Comemos alguns petiscos no restaurante cuja placa dizia ser especializado em Crabs (caranguejos) – ledo engano, porque eles não os servem em sua própria casca, mas desfiados e misturados a uma série de temperos que mascaram o gosto dessa preciosidade do mar. E caranguejo é uma de minhas comidas favoritas. Mas o restaurante era à beira mar e o por do sol foi lindíssimo, valendo a pena estar ali.

Lá a cidade que fomos conhecer de bote. É legal, porque tem um atracadouro, ao longo da calçada, que possibilitam isso

Lá a cidade que fomos conhecer de bote. É legal, porque tem um atracadouro, ao longo da calçada, que possibilitam isso


Lindos veleiros.

Lindos veleiros.

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