Saímos para passear de bote inflável e fomos levadas a um lugar onde as ostras eram tantas que o apelidamos de “Paraíso das Ostras”. A Vivi colheu um balde delas, que comemos depois a bordo, preparadas ao bafo. A gente acaba comendo ostras de cativeiro, principalmente na nossa terra – um dos maiores criadouros do Brasil – mas nada se compara às ostras nativas. O sabor é completamente diferente daquelas cultivadas, que são trazidas do Pacífico para nossas águas. A nossa ostra nativa tem cheiro e sabor de mar, não é excessivamente salgada como a outra, chegando a ser quase doce.
No quarto dia tivemos que retornar à Marina, porque Didia, que estava a bordo do Livre, teve que retornar para Curitiba, e Rô ainda não navega sozinha por essas águas. Nem precisa, porque fazemos questão de acompanha-la, para que ela se sinta segura. O Bubi e o Livre estão acostumados a navegar juntos, lado a lado.




