Paraty, 06 de Novembro de 2014.

Ontem choveu durante todo o dia.
Passamos o dia dentro do Bubi ancorado no píer. Cozinhei um feijãozinho com carne seca e lingüiça, almoçamos depois de varias caipirinhas que Vivi preparou para nós quatro e, depois do almoço, nos preparamos para assistir a um filme do Netflix (Sérgio é apaixonado por cinema). Claro que dormimos todos, com exceção de Sérgio, que assistiu o filme até o fim.
À noite, curtimos violão entoando canções de bossa nova, velha e jovem guarda, Beatles, Elvis e tudo o mais que deu na lembrança.
Hoje o dia amanheceu sem saber se faz sol ou se chove.
Sérgio ainda não conhece Paraty, então vamos levá-lo para conhecer.
Eles adoram o passeio; comem bolinho de feijoada, depois massa com frutos do mar; depois os levamos a nossa livraria favorita onde Sérgio compra o livro do Tarzan (aquele da Chita) e Vivi compra para mim “O Homem Que Amava Cachorros” (maravilhoso! Recomendo.)
Depois de tudo isso, fomos ao supermercado para renovar nosso estoque de frutas. Na saída, Vivi não observou um pequeno poste no estacionamento e bateu enquanto dava ré, quebrando a lanterna do nosso carro. Faz mal, não! É só trocar por outra. Isso não vai estragar nossa festa.

Comendo bolinho de feijoada regada à caipirinhas.

Comendo bolinho de feijoada regado à caipirinha, campari e cerveja.

Caminhando por Paraty e os cavalinhos que levam turistas para passear - sinto a maior dó daqueles animais tão queridos com freios na boca,  tapa olho de couro- ferraduras pregadas no casco... Chega de explorar esse pobre animal! Ele já contribuiu tanto para a evolução do homem.

Caminhando por Paraty e os cavalinhos que levam turistas para passear – sinto a maior dó daqueles animais tão queridos com freios na boca, tapa olho de couro, ferraduras pregadas no casco… Chega de explorar esse pobre animal! Ele já contribuiu tanto para a evolução do homem.

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