Praia do Engenho, 04 de Novembro de 2014.

Logo que nos encontramos pela manhã, pergunto animada: – e aí, como foi a primeira noite a bordo… gostaram de dormir embalados como num berço de neném? – ao que o Sérgio responde: – na verdade, dormi muito mal, porque havia um barulho estranho que eu não sabia de onde vinha, se da água, do fundo do barco, da superfície… ficamos preocupados, parecia-nos que poderia estar entrando água no barco, ou o barco afundando, não sei… depois pareciam chamas de fogo ardendo alguma coisa; num determinado momento, resolvi subir ao convés e percebi que o barulho não era de fora do barco, mas só ouvido quando estávamos dentro… falei para a Cristhy essa observação… continuamos a noite toda preocupados e por isso dormimos muito mal. Perguntei-lhes que tipo de barulho era, ao que Sérgio respondeu: – sabe aqueles plásticos cheios de bolhas que envolvem certos equipamentos delicados quando os compramos… que espremidas entre os dedos explodem fazendo aquele som plic, plic, plic… parecia que centenas daquelas bolhas plásticas estavam sendo espremidas ao mesmo tempo. Não tive como não rir – o barulho eram as cracas quicando no fundo do casco e, em Paraty o som é realmente fenomenal, intenso, porque a água que banha toda essa região é quente e propícia a multiplicação dessas espécies.
Navegamos até Jurumirim, onde encontramos com Alexandre e Gisele.
Sérgio e Cristhy subiram na prancha de stand-up da Gisele e remaram sem cair de imediato, como é praxe com pessoas que nunca praticaram esse esporte.
No final do dia, retornamos para a Marina, para que eles se ambientem melhor, agora já sabendo que não é fogo, não é naufrágio, mas apenas cracas fazendo a festa.

Sérgio experimentando remar.

Sérgio experimentando remar.

De volta à Marina! Roberta e Vitório vieram para a Happy ao som do violão "jovem guarda" do Serjão.

De volta à Marina, Roberta e Vitório vieram para a Happy ao som do violão “jovem guarda” do Serjão.

Deixe um comentário