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Sobre veleiro-bubi

Médicas e velejadoras

Saco do Fundão, 31 de Maio de 2014.

Hoje é dia de comida mexicana, maravilhosamente preparada pela Ideli a bordo do Ocean Ware. E lá vamos todos, depois de banhos de mar que limpam a alma.
No meio da tarde o Ocean Ware retorna à marina e nós ficamos.
Ao entardecer, vamos para o Maiô – happy hour, com direito à guitarra, música e muito astral.

A bordo do Ocean Ware, Ideli prepara um banquete maxicano de primeira.

A bordo do Ocean Ware.

Alexandre e Gisele

Alexandre e Gisele

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Anoitece no Saco do Fundão.

Anoitece no Saco do Fundão.

Paraty, 30 de Maio de 2014.

Depois de uma semana inteira de chuva, finalmente um dia lindo de sol.
Vivi está preguiçosa, quer ficar na marina, mas não resisto à vontade que estou de navegar e insisto para irmos para o Saco do Fundão. É muito fácil convencê-la, quando se trata de navegar.
Lá chegando, encontramos Ideli e Herman, que fazem festa ao nos verem.
No meio da tarde, vemos um bote chegando – é Alexandre, que estava ancorado na Ilha da Cotia – “vou lá trazer a Gisele e o Maiô (seu trawler) para cá” – diz ele empolgado.
Ao anoitecer vamos todos para o Maiô, onde jantamos pizza feita pelo Herman e massa à Putanesca (que eu tinha preparado).

Fomos todos de botinho tirar ostras das pedras. Não são ostras grandes, mas deliciosas.

Fomos todos de botinho tirar ostras das pedras. Não são ostras grandes, mas deliciosas.


Uma voltinha na praia ao anoitecer.

Uma voltinha na praia ao anoitecer.

Paraty – Jazz Festival

Paraty, 23 de Maio de 2014.

Combinamos com Ideli e Hermann de irmos para o Festival de Jazz com o Taxi Boat da marina. É divertida a pequena travessia da baía até o píer de turistas na cidade histórica. A vida pulsa na pequena Paraty, especialmente em eventos como esse – lotada de turistas de várias partes do mundo. E os shows, todos ao ar livre, ficam lotados, apesar da chuva intermitente.
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Herman e Ideli

Herman e Ideli

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Nossos vizinhos velejadores – Ideli, Bia, Vitório, Carlos, Roberta e Serginho.


O melhor de todo o Festival - Patti Austin - maravilhosa!

O melhor de todo o Festival – Patti Austin – maravilhosa!

Ilha da Cotia

Ilha da Cotia, 21 de Maio de 2014.

Amanhece com muitas nuvens no céu, mas, em seguida, a névoa branca vai subindo e o sol nos aquece com sua energia mágica. A maré está alta desde às seis horas da manhã e agora, dez horas, já começou a baixar. Vivi queria ir tirar ostras lá no Saco do Fundão, mas, com maré alta não é possível e, com maré baixa, não podemos entrar na nossa vaga na marina (o Bubi arrasta a quilha e pode tocar numa poita, como já aconteceu uma vez). Assim, retornaremos agora, pois a maré só volta a estar alta à noite.

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Ilha Grande – Ilha da Cotia

Sítio Forte, 20 de Maio de 2014.

Amanheceu um lindo dia de sol. Acordo com os gansos me espiando através da vigia da cabeceira da cama. Penso em pegar a câmera para fotografa-los, mas acabo não fazendo.
Vamos retornar hoje para Paraty, porque o Festival Internacional de Jazz começa daqui a dois dias e Vivi não o perderia por nada.
Mas o dia está muito lindo para retornarmos para a marina, então, rumamos para a Ilha da Cotia. Em exatas três horas estamos lançando a âncora naquela ilha. Que banho de mar!

Navegar num dia lindo e em boa companhia - nada melhor.

Navegar num dia lindo e em boa companhia – nada melhor.

Ilha do Algodão - chegando à ilha da Cotia.

Ilha do Algodão – chegando à ilha da Cotia.

 

Ilha Grande – Sítio Forte

Retornamos ao Sítio Forte num domingo e preocupadas de não conseguirmos uma poita já que nos finais de semana muitos barcos ancoram ali. Mas, havia uma a nossa espera.

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Bar do Bacana – na enseada do Sítio Forte. Bem afamado, mas estava fechado naqueles dias.

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Enseada do Sítio Forte

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Enseada do Sítio Forte

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Uma das Comunidades da Ilha Grande (atrás da Ilha da Longa).

Ilha Grande, 16 de Maio de 2014

Faz três dias que partimos de Paraty rumo à Ilha Grande. Fizemos uma navegada tranqüila, apesar do mar meio alto, com vagas de dois metros. Mas vento que é bom, não havia. Içamos a vela grande apenas para dar maior estabilidade ao veleiro. Viemos direto para o Sítio Forte – um lugar encantado.
Ontem fomos passear na Lagoa Verde, onde o banho de mar foi restaurador. A água é de uma transparência magnífica.
Hoje pretendemos navegar para o Saco do Céu, onde deveremos pernoitar.

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Saco do Fundão e Arredores

Saímos para passear de bote inflável e fomos levadas a um lugar onde as ostras eram tantas que o apelidamos de “Paraíso das Ostras”. A Vivi colheu um balde delas, que comemos depois a bordo, preparadas ao bafo. A gente acaba comendo ostras de cativeiro, principalmente na nossa terra – um dos maiores criadouros do Brasil – mas nada se compara às ostras nativas. O sabor é completamente diferente daquelas cultivadas, que são trazidas do Pacífico para nossas águas. A nossa ostra nativa tem cheiro e sabor de mar, não é excessivamente salgada como a outra, chegando a ser quase doce.
No quarto dia tivemos que retornar à Marina, porque Didia, que estava a bordo do Livre, teve que retornar para Curitiba, e Rô ainda não navega sozinha por essas águas. Nem precisa, porque fazemos questão de acompanha-la, para que ela se sinta segura. O Bubi e o Livre estão acostumados a navegar juntos, lado a lado.

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Essa região é repleta de pequenas enseadas como essa.

 

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Para todo lado que se olha um novo encanto.

 

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Vivi catando as ostras maravilhosas.

 

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Herman e Ideli – que nos levaram ao Paraíso

 

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Alex e Edith (veleiro Les Poissons) que também se abrigaram no Paraíso.