O dia seguinte na Ilha da Cotia

Amanheceu um dia belíssimo. Banho de mar depois do café da manhã que teve direito a tudo: frutas, iogurte, ovos quentes, pão, queijo… e vou preparar a feijoada que Vivi e Gelike pediam há vários dias.
Ricardo e Neila passam de bote inflável informando que vão dar volta à ilha. Ficamos tentadas de navegar junto com o nosso botinho, mas não podemos, porque tenho que cuidar do feijão que está no fogo. Entre um banho de mar e outro, uma mexida no feijão, para que ele não queime.
Na hora de comer, um bom pirão, um delicioso vinagrete e aquela caipirinha com a Maria Izabel (a cachaça).
Depois Vivi vai dar uma cochilada e eu e Gelike ficamos no cock-pit jogando conversa fora, quando, já entardecendo, o velejador de um barco francês que vimos ancorar no começo da manhã, vem ao nosso encontro com seu inflável. Encosta no Bubi, segura-se no costado e puxa conversa, em frances. Gelike, que é poliglota, conversa com o marujo, mas em português me fala: “ainda bem que a Vivi está dormindo, senão iria convida-lo para jantar”… e cai na gargalhada.
Não, nem pensar. Dois dias de festa não aguentamos.
E não deu outra – quando Vivi acordou e contamos que o francês havia estado conversando conosco ela, indignada, perguntou: “e vocês não o convidaram para subir a bordo? Como vocês são mal educadas, meu Deus!”

A prainha da Ilha da Cotia e o veleiro do francês. Por uma pequena trilha

chega-se ao outro lado da ilha, que é muito lindo.

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