Em Floripa

Tudo é bom: boiar no Bubi, estar em casa, rever os amigos, a família. No entanto, sempre que possível, voltar a navegar.
Um dia depois de chegarmos à Floripa, vamos passear no Livre (um catamarã de 40 pés), da nossa amiga Rô, que não víamos há um bom tempo.
E Floripa é Floripa. O que falta de vento em Paraty, sobra por aqui. Saímos de Jurerê com um sudoeste de 20 nós, que ficou soprando todo o dia com a mesma intensidade.
Cômica foi a nossa saída. Logo que a Rô embarcou com suas cachorras, a Mel – mais nova, mais gorda e mais afoita – desceu a escada de boreste do catamarã e… stibum! atirou-se na água, com o barco já em movimento. Eu gritei, instantes antes de ela mergulhar: “Mel, não, não”. Ela apenas virou a cabeça, me olhou com um ar de desdém e mergulhou sem sequer descer o último degrau. Depois ficou nadando em direção ao catamarã, desesperada tentando alcança-lo. Por sorte o bote de apoio do clube que soltara o barco da poita a resgatou e trouxe de volta a bordo novamente. O cheirinho de pet shop antes reinante no ar, transformou-se no tradicional cheiro de cachorro molhado. Foi muito engraçado.

Rô e suas gigantes: Boni e Mel.

Rô e suas gigantes: Boni e Mel, que, pela primeira vez, foram navegar.

Boni e Mel - umas douçuras, apesar do tamanho.

Boni e Mel – umas doçuras, apesar do tamanho.

E quem não quer tirar um retrato com essas lindonas? Eu sim!

E quem não quer tirar um retrato com essas lindonas? Eu sim!

Maurão (Mauro Jacomel - veleiro Bandoleiro) presença indispensável no Livre. Grande amigo.

Maurão (Mauro Jacomel – veleiro Bandoleiro) presença indispensável no Livre. Grande amigo. Parece que o barco esta em terra, não? É que ancoramos quase em cima da areia, em Ponta das Canas (coisa só possível com catamarã), para abrigar do vento forte de sul.

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