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Sobre veleiro-bubi

Médicas e velejadoras

Tarituba

Saímos para velejar com o Herman (Oceanware – Beneteau 50 pés). Ele estava sozinho, porque Ideli estava em São Paulo, e queria companhia para içar as velas. O vento demorou a entrar, mas pacientemente esperamos por ele. Fomos velejando, sem compromisso com destino, onde o vento nos levasse. Passamos pela Ilha dos Cedros, onde já ancoramos varias vezes, e continuamos mais algumas milhas até chegar em Tarituba.
Tarituba – em tupi-guarani: praia de muitas conchas – é um pequeno vilarejo caiçara com apenas pouco mais de 900 moradores. Fica bem próxima da rodovia Rio-Santos, podendo ser vista dali quando se viaja de carro em direção ao Rio de Janeiro. Tarituba ganhou sua fama, depois que a novela Mulheres de Areia foi ambientada naquela praia, onde Tonho da Lua esculpia na areia. Quem não lembra?

Localização no Navionics para quem quiser conhecer.

Localização no Navionics para quem quiser conhecer.

Ilha do Breu - entrando na baía de Tarituba

Ilha do Breu – entrando na baía de Tarituba

Tarituba

Tarituba

Ancorados em Tarituba, Herman serviu essas delícias.

Ancorados em Tarituba, Herman serviu essas delícias.

Paraty Dia a Dia 3

Paraty é uma cidade “cult”. Todas as semanas acontecem eventos internacionais de primeira grandeza. Não é só o mar e a oportunidade de navegar que nos encantam, mas também as opções de programas em terra.
Nos últimos trinta dias – Festival Internacional de Desenhos Urbanos; Festa de Nossa Senhora dos Remédios (Padroeira da Cidade); Festival Internacional Aves de Paraty; Festival de Música Latina; Paraty em Foco (Festival Internacional de Fotografia), que esta acontecendo no momento.

Foi nesse restaurante/ Lounge, situado no meio da Mata Atlântica, que aconteceu o Aves de Paraty.

Foi nesse restaurante/Lounge, situado no meio da Mata Atlântica, que aconteceu o Aves de Paraty.

Pedacinho da Mata Atlântica que envolve o Shambhala

Pedacinho da Mata Atlântica que envolve o Shambhala

Aves de Paraty 016

O Shambhala é restaurante asiático e a comida é maravilhosa! O proprietário, Hans, um holandês. Os estrangeiros percebem mais facilmente o potencial desse pedaço de terra, e os exploram de forma mais racional.

O Shambhala é restaurante asiático e a comida é maravilhosa! O proprietário, Hans, um holandês. Os estrangeiros percebem mais facilmente o potencial desse pedaço de terra, e os exploram de forma mais racional.

Paraty em Foco - Festival Internacional de Fotografia, que atrai turistas de todo o mundo.

Paraty em Foco – Festival Internacional de Fotografia, que atrai turistas de todo o mundo.

Já que a onda é fotografia, lá vai uma nossa - "bromélias sobre coto de árvore amputada".

Já que a onda é fotografia, lá vai uma nossa – “bromélias sobre coto de árvore amputada”.

Por terra ou por mar, Paraty é encantada!

Por terra ou por mar, Paraty é encantada!

Regata do Pigão

No sábado passado, aconteceu a Regata do Pigão. Eu prometi a mim mesma que não participaria mais de regatas, há muito tempo atrás. Não gosto de imaginar nossa casinha flutuante sendo exposta ao extremo em competições. Aliás, não gosto de competir, em nada na vida.
Mas, fomos para a raia assistir à regata e acabamos fazendo todo o percurso – Ilha dos Mantimentos (por bombordo) – Lage do Crispim (por bombordo) – duas vezes.
Deixamos todos os veleiros inscritos largarem, para não ocupar espaço de qualquer deles na largada (já que não estávamos inscritos), o que poderia atrapalhar os competidores, e com as duas velas em cima fomos ao encalço deles. Vivi, nosso amigo Serginho e eu. Havia 27 veleiros na raia.
O Bubi é um veleiro maravilhoso! Foi passando um, depois outro, depois mais outro, até ficar quase colado ao Beneteau 45 pés que se manteve em segundo lugar até o final da regata (no geral, porque na categoria 40 a 50 pés ele foi o primeiro lugar).
O vento variou bastante, de zero a 14 nós, intercalando momentos de velejada fantástica com “boiadas” impacientes. E, bem na última perna, já em direção à chegada, caiu uma tempestade com direito a raios e tudo.
Foi muito divertido!
Depois, houve o jantar para a premiação no restaurante da nossa Marina, onde a confraternização esteve fantástica e nos sentimos felizes com os elogios que nosso Bubi recebeu, em relação a sua performance velejando.

Esperando para largar.

Esperando para largar.

Aves de Paraty 028

Carlos e sua tripulação no Maremio - primeiro lugar na categoria 40 a 50 pés.

Carlos e sua tripulação no Maremio – primeiro lugar na categoria 40 a 50 pés.

O Dia a Dia – 2

Navegando no Bote do Alexandre - Vivi deslumbrada com a velocidade (> 20 nós).

Navegando no Bote do Alexandre – Vivi deslumbrada com a velocidade (> 20 nós).

Almoçando com Alexandre e Gisele (queridos amigos do Trawler Maiô) no restaurante da Catarina (Praia Grande) - onde se come frutos do mar apresentados com elegância e muito sabor.

Almoçando com Alexandre e Gisele (queridos amigos do Trawler Maiô) no restaurante da Catarina (Praia Grande) – onde se come frutos do mar apresentados com elegância e muito sabor.

Pescador limpando peixes e as garças na boca de espera (Praia Grande).

Pescador limpando peixes e as garças na boca de espera (Praia Grande).


Visita da Família Kuhn (Adventures & Photos) com sua netinha Izadora, que a princípio não queria entrar no Bubi, de jeito nenhum! Perguntada por que? respondeu prontamente: porque ele está amarrado na coleira. Coleira?!

Visita da Família Kuhn (Adventures & Photos) com sua netinha Izadora, que a princípio não queria entrar no Bubi, de jeito nenhum! Perguntada por que? respondeu prontamente: porque ele está amarrado na coleira. Coleira?!


Depois de já familiarizada com o Bubi, pediu para brincar com as "coleiras" dele. Uma graça, a Pequerrucha!

Depois de já familiarizada com o Bubi, pediu para brincar com as “coleiras” dele. Uma graça, a Pequerrucha!

O Dia a Dia

horta Vivi Paraty de volta 100

Caminhar por dentro da Marina e apreciar a exuberância de sua beleza natural.

Contemplando belos exemplares da flora local enquanto caminhamos

Contemplando belos exemplares da flora local enquanto caminhamos

Mais um belo exemplar

Mais um belo exemplar

Uma parada no restaurante da Marina

Uma parada no restaurante da Marina

Deliciosa água do coco colhido durante a caminhada.

Deliciosa água do coco colhido durante a caminhada.

28 de Agosto de 2014. De volta ao Bubi.

Saímos de Floripa na quinta-feira, dormimos no Guaruja (hotel Ilha da Grécia – recomendo) e na sexta-feira já estávamos a bordo do nosso amado veleiro. Como é bom boiar.
O barco está maravilhosamente bem cuidado pela equipe do Edmar e Susana. Limpíssimo, organizado e com cara de feliz!
Trouxemos uma feijoadinha pronta congelada, preparada pela Pequena (nossa fada madrinha de casa), e a comemos ontem, já que era sábado.

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E a Vivi fez uma horta em casa nas floreiras do corredor (em Floripa)

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Mãe Maria que passou algumas semanas conosco em Floripa.
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Folhas recém colhidas da horta da Vivi.
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Em Floripa – Amigos

E quando estamos em Floripa, visitar amigos e brincar de cozinhadinho é regra.

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Em casa de Flavinha Wendhausen.

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Em casa de Guta e Marcello Reblin.

5 2014 Paraty 094

Em casa de Rosana Daux.

5 2014 Paraty 113

Gaivotas fazem a festa com os pequenos peixes que chegam na rede de arrasto.

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A pesca artesanal da tainha nessa época do ano é tradição em Floripa. De nosso apartamento ficamos observando e, quando os vemos saírem para o cerco, vamos para a praia observá-los puxando a rede. Nesse dia as tainhas escaparam.

5 2014 Paraty 124

A Vivi resolveu fazer uma horta nas floreiras do corredor.

Em Floripa – Ciclone Extra-Tropical

Estamos há três dias em Florianópolis e hoje, sábado, chove torrencialmente acompanhando uma ventania de Noroeste que parece querer levar para os ares tudo o que encontra pela frente. De nossas janelas observamos o mar dançarino, de cujas ondas o vento arranca, de suas cristas, respingos como mangueiras jorrando sob pressão.
O visual é lindo – um dia esfumaçado pela neblina, ventoso, chuvoso, poético.
Lá fora, as cadeiras querem voar pela sacada, mas não é possível abrir as portas, porque a chuva trazida pelo vento encharca a sala de imediato. Vivi sai, enquanto abro e fecho rapidamente a porta, para sua saída e reentrada, e recolhe apenas a cadeira que ameaça quebrar o vidro da porta.
Estamos curtindo a final feminina de tênis de Roland Garros – Sharapova campeã. Logo no começo da noite, a energia elétrica foi embora e não voltou mais. Fomos dormir, com o vento ainda uivando e o mar rosnando nos nossos ouvidos.
No dia seguinte, como a luz ainda não havia voltado, fomos para o nosso apartamento do centro, levando as coisas do freezer que já estavam descongelando.

Pela manhã, o vento tinha amontoado tudo no canto da sacada, além  de quebrar um dos seus vidros.

Pela manhã, o vento tinha amontoado tudo no canto da sacada, além de quebrar um dos seus vidros.

Paraty, 04 de Junho de 2014.

Estamos há dois dias nos organizando para viajar para Floripa, desde que minha irmã Sany disse que nossa mãe quer muito passar uns dias em nossa casa. Mãe Maria pede e nós atendemos sempre que possível, afinal, ela merece toda a nossa atenção, por ser a pessoa maravilhosa que é conosco. Vivi já estava falando em dar um pulo em casa, de forma que juntamos as duas coisas e estamos indo hoje.
Vamos até Peruíbe (SP), onde pretendemos dormir, ao contrário de outras vezes quando
tocamos direto e chegamos depois de doze horas cansativas. Saímos de Paraty às 11 horas e às 15 horas já estávamos naquela cidade à beira do mar.
No dia seguinte, acordamos cedo e às 9 horas já estávamos na estrada novamente. Sete horas depois chegávamos em Floripa sob chuva intensa.

Da sacada do quarto do hotel, em Peruíbe ao amanhecer.

Da sacada do quarto do hotel, em Peruíbe ao amanhecer.

5 2014 Paraty 057

Saco do Fundão, 01 de junho de 2014.

Isso limpa a alma – acordar com um silêncio só quebrado pelos sons da natureza – canto de pássaros, conto mais de 10 deles diferentes, alguns dos quais reconheço – periquitos, bem-tivi, curruíra, gavião, andorinha -, outros que não faço ideia a quem pertencem. Ouço também outros sons, um deles parece ser de macacos, lá ao longe; sons de peixes saltando fora d’água, formando aquela circunferência crescente na superfície da água lisa e verde – um verde profundo e intenso – da mesma cor da mata que a cerca.
Hoje vamos retornar à Marina, porque amanhã tem previsão de entrada de uma frente fria, com ventos fortes e muita chuva. Daí, melhor um trapiche com energia e água à vontade.
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