Acordamos cedinho e 6h e 45min estamos rumando para o continente de Angra, com destino à marina Verolme. Chegamos a terra às 08h e 10min. A Vivi desembarcou e foi direto na secretaria da marina, tratar dos nossos interesses. A princípio, não seria possível subir o barco hoje, porque tínhamos que agendar, já que o movimento de sobe e desce embarcação é absurdo. Mas, Vivi com todo o seu charme e educação, conseguiu que abrissem uma exceção e o Bubi seria colocado no travelift em poucas horas.

Bubi indo para o travelift

Fomos, então, atrás dos prestadores de serviço, um para trocar o anodo da rabeta e outro para consertar a quilha – para esta o barco teria que ficar até o dia seguinte, não era serviço possível para fazer no mesmo dia, porque os materiais resinados devem secar antes de voltarem para a água.
Nós envolvidas com essas questões e a Rô querendo ir embora, porque teria que pagar R$ 280,00 para deixar o barco no trapiche. Aí foi informada que se comprasse alguma coisa na loja da Regata instalada dentro da marina, teria 4 horas de atracagem livre de cobrança. Para quem adora comprar, como ela, foi um prato cheio. Lá se foram ela e Dávila para as compras. Mas, na volta, quando soube que teríamos que ficar até o dia seguinte, voltou a ficar incomodada, e só relaxou quando falei que pagaria a sua estadia naquela marina, pois iríamos dormir no Livre, já que o Bubi ficaria em terra, no pátio de serviços.
Para variar, não foi possível conectar o Shore Power do barco, e deixamos a geladeira e freezer desligados durante a noite.
Almoçamos no restaurante da marina e no final da tarde fomos para o Livre, com check-in, check-out e bagagem, incluindo roupa de cama. Preparei filé acebolado para o nosso jantar e depois fomos dormir. Foi um dia bem cansativo.